O que não pode faltar em um café colonial
O Brasil ofereceu diversos benefícios a imigrantes que viessem colonizar a Região Sul do País. Os alemães chegaram em 25 de julho de 1824, onde hoje está situado o município de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Os italianos chegaram por volta de 1875 e concentraram-se na Serra Gaúcha, especialmente em Caxias do Sul. Deste modo, a data inicial ficou conhecida como o Dia do Colono, que conta com comemorações em diversos municípios da região. Em Lajeado (RS), por exemplo, são esperadas 5 mil pessoas na celebração deste ano.
Os europeus trouxeram consigo uma série de aspectos culturais, que impactam nas tradições e na culinária da Região Sul. Uma das importações mais marcantes é o Café Colonial, típico em cidades da Alemanha, Polônia e Ucrânia. O lanche matinal, além de representar a mesa farta deste povo, também serve para recompor as energias diárias necessárias para o duro trabalho na roça.
Itens indispensáveis em um Café Colonial
Os locais dedicados a servir o tradicional Café Colonial costumam cobrar um valor fixo para disponibilizar o acesso a bolos, tortas, geleias, queijos, frutas, manteiga, salgados em geral, polentas, frango e até mesmo carnes, como o frango e o porco, por exemplo. A série de opções reforça que, apesar do nome, o lanche pode ser apreciado em qualquer período do dia.
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